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quarta-feira, setembro 07, 2005

 

Aqui a ôia é pesada


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É uma hemorragia de prazer atender novamente aos interesses do povão da rede mundial de computadores. Afinal, aqui a muáfa governa, e tudo que vira sensação na internet merece nosso carinho e atenção. Sendo assim, após termos destrinchado por completo o filme do Bátima Feira da Fruta, chegou a hora de chamar às vias de facto os bastidores do programa Sem Meias Palavras. Com matérias policiais que mais parecem esquetes de humor, o programa explodiu em popularidade e virou mania ganhando dezenas de comunidades no Orkut e mais de 3 mil visitantes diários no site.

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Matéria que fez história


Tudo na conta de duas figuras insanas. Um rapaz chamado Jeremias José ? autuado trincando de bêbado ? e o carismático repórter Givanildo Silveira. Numa entrevista bombástica concedida ao programa, Jeremias revelou ter bebido com o cão. Nada que intimidasse Givanildo, que seguiu na ofensiva e arrancou ainda mais barbaridades para o desvario da audiência. Transmitido apenas para o estado de Pernambuco, o programa ganhou notoriedade graças ao site, onde estão disponibilizadas as matérias de maior destaque. A molecada em Caruaru sentiu o drama e passou adiante o material, até que a entrevista com Jeremias José chegou no blog Kibeloco e de lá bombou geral.

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Equipe do programa reunida


A forte repercussão da matéria com o parceiro de boteco do demônio iluminou o caminho da fama, e a produção do programa emendou uma série de matérias no estilo na seqüência. Pintaram na tela do Sem Meias Palavras bêbados nos mais variados estados de embriaguez, mudos, gagos, gays, travestis, garotas de programa, boi, galinha, bode, cachorro e despombalizados em geral. Quase sempre dando um algo mais nas entrevistas, normalmente um tostão de voz entoando a canção predileta. Um poderoso mix de tosquêira que deixou a turma em polvorosa que formaram uma legião de admiradores. Atualmente, cerca de 30 matérias podem ser acessadas no site. E embora o programa tenha forte apelo policial - retratando explicitamente a violência que assola grande parte das cidades brasileiras - parece ter vocação para o humor, motivo pelo qual recebe grande parte de sua audiência.

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Edeilson Lins, o comandante


Apresentado por Edeilson Lins, com produção de Adelson Silva, trata-se de mais um dos tradicionais programas policiais de televisão, e vai ao ar de segunda à sexta-feira às 12h45, na TVI de Caruaru-PE, filiada do SBT. Dia 20 de dezembro completará um ano em sua segunda versão. Na primeira, o esquema era semelhante, e também com o comando de Edeilson Lins. Para contar todos detalhes de bastidores do Sem Meias Palavras, fomos atrás do camisa 10 do time, o repórter Givanildo Silveira. Após um dia inteiro de trabalho, ele confirmou a conexão Curitiba-Caruaru e gentilmente nos cedeu a entrevista que você lerá após um breve perfil em boleirês. E pra fechar, ainda rolam alguns dos melhores momentos do programa devidamente comentados pelo entrevistado. Mete bronca.

JORNALISTA DA GOTA SERENA



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Givanildo maroteando na ilha de edição


Givanildo Silveira não é jornalista formado. Mas é formado em jornalismo. Melhor, é curtido em reportagem. Basta averiguar o scout do malandro. No rádio, jogou nas onze. Adentrou ao gramado como gandula, suando a moleira na lida de office-boy da rádio Liberdade de Caruaru. Alçado a condição de recepcionista da rádio, foi pegando as bases da parte de operação na surdina, entre telefonemas e anotações de avisos de falecimento. Sempre almejando a equipe principal, aos poucos foi ganhando chances no segundo tempo, substituindo os colegas impossibilitados e integrando o plantão esportivo. E partiu pro díbre. Não demorou muito e teve a oportunidade de vestir a jaqueta titular pela primeira vez, comandando um programa de música aos domingos. E se adonou. Já são 12 anos suando a camisa do rádio sem esmorecer, atualmente trabalhando no programa de televisão e na rádio Jornal Caruaru. Aos 33 anos de idade, três filhos e dois casamentos, Givanildo está no auge da forma física, técnica, tática e psicológica. Sabe os atalhos do campo. É matreiro. Bate na bola igual craque: com nojo.

JdeM: Você pretende fazer a faculdade de jornalismo?
Givanildo: Eu comecei uma faculdade de Pedagogia, depois passei para Direito e acabei trocando por Ciências Sociais. Até que um dia, eu estava num cinema e arrumei uma garota. Deixei os estudos e depois ela me deixou. Resumindo, fiquei sem nada. Mas tenho interesse em fazer a faculdade de jornalismo. O dono da TVI é proprietário de uma faculdade aqui em Caruaru, e se alguém quiser me ajudar eu aceito, pois no momento não tenho condições de pagar uma faculdade.

JdeM: Após o começo no plantão esportivo, você teve programa de música e acabou na reportagem policial. Era onde queria chegar?
Givanildo: De jeito nenhum, eu tinha um medo arretado de delegacia. Não gostava nem um pouco do ambiente, polícia pra todo lado, sangue, entre outras coisas. Mas é aquela coisa, tem que encarar, no rádio é preciso fazer tudo. Sempre que faltava algum repórter eu assumia, e nessa de cobrir os colegas acabei caindo para o lado policial e me firmei.

JdeM: E a passagem para a televisão, como aconteceu?
Givanildo: O Edeilson Lins, que é o apresentador do programa, passou pela Rádio Jornal. Depois ficou um bom tempo afastado do rádio, voltando ao lado do empresário Antônio Gonçalves para fazer um programa policial na rádio TVI daqui de Caruaru. E ficaram sondando os dois repórteres policiais da cidade, eu na Rádio Jornal e o outro da Liberdade. Então eu fui fazer um teste junto com o outro repórter. Eles gostaram mais do meu perfil e me fizeram o convite. Eu disse que tinha interesse, mas que nunca havia feito televisão na vida. Mas eles aceitaram e disseram que não havia problema, que aos poucos eu ia me adaptando. Tudo começou como uma grande experiência, eu não queria me atrapalhar na rádio, então fomos levando do jeito que dava.

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Viatura pronta para ganhar as ruas


JdeM: Desde o começo do programa vocês já arriscavam as matérias mais engraçadas?
Givanildo: Não, no começo do programa não tínhamos essa intenção. Eu faço o estilo engraçado no rádio, gosto de brincar com as pessoas o tempo todo. Só que na televisão eu não me senti seguro para fazer isso. Afinal, estava começando. Até que me disseram que eu podia ficar mais à vontade. Foi quando aconteceu a entrevista com o Jeremias, e tudo mudou.

JdeM: Como foi a entrevista?
Givanildo: Eu estava saindo da segunda delegacia, indo para a emissora quando me ligaram avisando que tinha um ?bebinho? lá na primeira. Quando cheguei e vi o cabra naquele estado fiquei sem saber o que fazer. Completamente bêbado, mandando todo mundo tomar naquele canto. Pedi o nome dele, onde mora, a placa etc. Mas estava a maior confusão, tanto é que quando eu digo a placa da moto eu troco tudo. Comecei a entrevista e ele desembestou a falar besteira, que tinha bebido com o cão etc. Achei que não ia dar em nada. Foi ao ar no dia seguinte e a repercussão local foi muito grande.

JdeM: E o que acarretou a repercussão nacional?
Givanildo: Foi graças ao site do programa, que surgiu com idéia do Adelson. As pessoas começaram a ver no site e a entrevista foi se espalhando. Aqui mesmo em Caruaru, nos cyber-cafés, já era muito comentada. Até que chegou no blog Kibeloco e estourou de vez. Hoje temos mais de 3 mil acessos por dia no site do programa.

JdeM: Com a grande repercussão da matéria engraçada vocês não pensaram em mudar o foco do programa? Pender mais para o humor ao invés das matérias policiais mais tradicionais?
Givanildo: Chegou um momento em que nós fazíamos mais matérias engraçadas do que normais, mas tudo porque apareciam mais bêbados que qualquer outra coisa na delegacia. Mas não dava, nem dá para ficar só nisso. Se fosse pelo público o programa seria basicamente de humor. Mas a direção não quer partir para esse lado, mas também não quer sair. Tentamos equilibrar as coisas.

JdeM: E de onde vem esse dom para o humor?
Givanildo: Não tenho inspiração em ninguém, é coisa minha mesmo. Gosto muito de brincar, tirar sarro, estou sempre de bom humor. Mas é claro que eu sei falar sério também quando preciso.

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Sobrinha de Adelson e Giva, o ídolo da garotada


JdeM: Você não teme que os personagens que num primeiro momento são engraçados, que foram detidos somente por bebedeira possam cometer um crime grave no futuro e isso gere um mal estar?
Givanildo: Não tenho, não. Quase sempre o entrevistado vê no outro dia tudo na televisão o que fez. A repercussão é muito grande e ele fica com medo. O Jeremias, por exemplo, a mãe dele foi parar num hospital por conta da matéria. Ele foi parar até no programa do Ratinho, e ficou muito envergonhado. Fui na casa dele, conversei e tudo mais, aconselhei ele a tomar jeito na vida. Ele não é um menino ruim. Só que quando bebe fica transtornado, fica violento daquele jeito. Ele anda num cavalo e toma uma pinga danada. Só que ainda bem nunca mais deu entrada na delegacia. São apenas pessoas comuns que quando bebem fazem besteira, não são assassinos, e aparecer na televisão acaba intimidando.

JdeM: Você já foi ameaçado por algum entrevistado?
Givanildo: Nunca fui. Eu sou legal com os presos. Trato todos bem e com respeito. Já cheguei até a dar água na boca de preso. Só uma vez que um rapaz ficou com raiva de mim, pois pensou que eu tinha dedurado ele para a polícia. Mas depois ele tomou conhecimento e não teve problema nenhum. Não é porque eu faço um programa policial que vou ficar dedurando as pessoas. Mas sempre que eu chego em casa tomo alguns cuidados.

JdeM: Os programas populares são geralmente vistos como exploradores da desgraça alheia. Você se sente assim?
Givanildo: De jeito nenhum. Teve um momento que a direção da tevê achou que eu estava debochando das pessoas. Mas não é o caso. Para você ter uma idéia, hoje em dia quando me vêem na delegacia, os bêbados já começam a olhar e rir pra mim, querendo ser entrevistado. Quando eles entram na brincadeira eu me solto. Também já aconteceu de tentarem me agredir. Mas se não quer aparecer eu respeito, não tem problema.

JdeM: Qual a entrevista mais engraçada?
Givanildo: A do Jeremias por incrível que pareça eu não gostei muito, pois não esperava, não estava preparado. Se fosse hoje seria ainda mais legal. Na verdade não tem uma só, são várias.

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Bastidores do programa


JdeM: Você gosta de beber?
Givanildo: Gosto bastante. Não tenho muito tempo, trabalho todos os dias. Mas quando dá vou para a casa de amigos, compramos uma caninha, um uísque, um tira-gosto, coisa e tal. Aprecio a Pitú que é de Pernambuco, uma cervejinha também vai bem. E tem uma coisa engraçada. Sempre que eu estou lá acontece alguma coisa. Aí eu estou tomando aquela cachaça, com um bafo de cana da gota, e tenho que sair correndo pra fazer a matéria. Aí o jeito é comprar um confeito e ver no que dá.

JdeM: E qual o tira-gosto mais adequado? Gosta de um quitute?
Givanildo: Não muito. O quitute é uma carne enlatada, e o pessoal come acompanhando a cana. Eu gosto de comer umas frutas. Chupo uma laranja e tomo uma lapadinha de cana. Umbú, seriguela, melancia. Fora os tira-gostos tradicionais, a buchadinha, sarapatel etc.

JdeM: Você acha que estando bêbado seria um bom personagem para o programa?
Givanildo: Na adolescência eu era um bêbado muito chato, ficava violento. Mas com o tempo a gente vai aprendendo. Hoje eu bebo e fico rindo. A fala não sai direito. Eu poderia ser engraçado porque eu ia rir demais. E eu bebo e caio logo.

JdeM: Você está no Orkut, certo? Sofre bastante assédio fora da internet também?
Givanildo: Foi bom você ter falado no Orkut. Eu entrei esses dias, e tinha um cara que estava se passando por mim. É bom que as pessoas saibam qual é o meu perfil de verdade. Vejo de vez em quando, quem manda recado etc. Sobre o assédio, rola bastante sim. E é curioso que as crianças adoram o meu trabalho. Aqui em Caruaru, onde eu passo tem criança querendo falar comigo. Ligam pra mim em casa. Já cheguei a ir até em aniversário. Por conta das matérias com o boi chorão, da galinha etc. Mesmo na delegacia a criançada me chama. Fizeram até fila pra autógrafo. Acho muito legal isso, ser reconhecido, foi o que eu sempre quis. Com o sucesso do programa me sinto realizado.

JdeM: Qual o segredo do sucesso das matérias engraçadas?
Givanildo: Eu tentei fazer diferente, usando uma linguagem bem popular, e acho que isso ajudou na repercussão. É claro que os entrevistados são importantes, mas esse diferencial também conta. Se fosse só na coisa séria não ficaria tão legal.

JdeM: Vocês têm alguns projetos imediatos para o programa?
Givanildo: A princípio nós estamos tentando melhorar o site, que é uma grande forma de divulgação do trabalho. Mas precisamos de patrocínio para manter. São muitas idéias, as pessoas entram em contato com a gente para sugestões. E vamos colocar todo tipo de matéria, mas sem ficar somente na coisa engraçada. Muita gente pensa que é programa de humor, mas não é.


PRÊMIO PITÚ DE JORNALISMO TOSCO


Conforme aprumado acima, ofertamos um mimo final para que você conheça um pouco mais de alguns personagens importantes do programa Sem Meias Palavras, selecionados de acordo com a apreciação do staff do Jornalista de Merda. Para assistir os vídeos basta clicar nas imagens.


Ivanildo Holanda dos Santos, vulgo Caninha

Motivo: preso por perturbação da ordem



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Melhores momentos

Parte 1
Givanildo: Olha a cara dele, fica rindo...
Caninha: Já tá dizendo que eu bebo, né?
Givanildo: Mas já tomasse uma hoje, não já?
Caninha: Veja bem, apesar que... eu comecei a beber com dois anos.
Givanildo: Hoje você tem 24... então você bebe há 22 anos é?
Caninha: 22 anos que eu bebo...
Givanildo: Rapaz, você tem uma cara cínica danada, né?
Caninha: Eu sou bonito?
Givanildo: Não, aí fica pras tuas mulheres...

Parte 2
Givanildo: Tu já matou alguém?
Caninha: Eu tenho dois crimes.
Givanildo: Matasse quem?
Caninha: Eu não poderia dizer o nome.

Parte 3
Givanildo: O que foi que tu bebesse?
Caninha: Eu bebi dois litros de uísque, um litro de Dreher, uma grade de cerveja e seis litros de cana.

Parte 4
Givanildo: Comeu algum tira-gosto?
Caninha: O tira-gosto que eu tô comendo é esse...
Givanildo: Uma bala, né?
Caninha: Não, isso é uma "Frigelis" de melão, a minha preferida...

Destaque ? Caninha canta e loroteia o tempo todo, diz que sempre foi um popstar, um modelo, que era cunhado de "Tim Lópi", e inicia quase todas as frases com "apesar". Já são quatro passagens de Caninha pela delegacia, ou seja, quatro matérias no programa.

O repórter analisa o entrevistado ? Ele é uma figura folclórica. Não tem juízo. Tem a coisa do "apesar". É uma pessoa boa de formação. Mas quando ele bebe começa a dizer coisas totalmente sem sentido. Ele fica fantasiando. Mas doido ele não é, pois se não dava com a cabeça na parede. Mas apanha, viu! E não ta nem aí. Quanto mais apanha, mais gosta.


Severino José da Silva, vulgo Biu Goaiaba

Motivo: preso ao tentar roubar uma casa



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Melhores momentos

Parte 1
Givanildo: Você ia roubar a casa mesmo?
Biu: Ia mesmo.

Parte 2
Givanildo: Já tinha tomado uma, não já?
Biu: Não, tinha bebido não que eu parei de beber.
Givanildo: Mas tu tá com um bafo de cana da bixiga, visse...

Destaque: Momento em que Givanildo chama a apresentação de canto e dança de Biu Goiaba, que interpreta a canção "Se exa nega foxe minha".

O repórter analisa o entrevistado - Quando bebe fica inconsciente, não sabe voltar pra casa, endoida de vez, tira a roupa, fica de cueca. Ele mora na zona rural de São Caetano, os pais se preocupam muito com ele. Ele caiu várias vezes, colocaram gesso e ele tirou. Não pára. E todo dia ele vai até a emissora pedir dinheiro pra gente. Nós damos um trocado e tal. Agora está atrás de um carrinho pra vender churrasquinho.


Cristiano José da Silva, vulgo Quem Não Deve

Motivo: acusado de tentar furtar uma bicicleta



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Melhores momentos

Parte 1
Cristiano: Não devo não, quem não deve não treme...
Giva: Quem não deve?
Cristiano: Não treme.

Parte 2
Givanildo: Quem não deve? Quem não deve?
Cristiano: Não tremeeee!

Destaque: Cristiano não pára de rir de alguém atrás da câmera (ou do próprio câmera) que também ri o tempo todo. Givanildo percebe e manda: "Vamos continuar que tá bem descontraído aqui..."

O repórter analisa o entrevistado ? Esse rapaz é cachaça também. Foi acusado de furto num bar no bairro do Salgado. Ele e um amigo. Chegou no bar, pediu uma cerveja, o dono do bar foi servir e a carteira caiu. E ele furtou com o amigo dele. Já passou diversas vezes pela polícia, e nessa vez que eu o entrevistei estava totalmente embriagado. No outro dia ele estava bom, fui fazer mais uma matéria e ele estava bravo, não falava mais o "não treme".

Site do Programa
Sem Meias Palavras

Sem Meias Palavras no Orkut
Perfil Givanildo Silveira

Maior comunidade homenageando o repórter
Fãs de Givanildo Silveira 157 membros

Maior comunidade homenageando o programa
Sem Meias Palavras 1599 membros

Comunidades dos entrevistados
Biu Goiaba 612 membros
Caninha,Sem Meias Plavras 81 membros
Eu já bebi com Jeremias José 8914 membros

Agradecimentos: Adelson Silva e Givanildo Silveira.
Crédito das fotos e imagens: Programa Sem Meias Palavras


Comments:
i thought your blog was cool and i think you may like this cool Website. now just Click Here
 
Pugliesi, o link pro site do programa parece estar errado, meu velho. Ou então o Givanildo não pagou a conta do provedor. :o). Mais um pouta trabalho bão cê postou nessa feita. Continue assim. Abraço !
 
Cara, virei tua fã!!
 
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Dae Pugliesi
Fiquei muito contente em ver que escreve as coisas do atlético na gazeta. Sou o Zé, zédobule, tinha o site com o Guto e o Scheinkmaan, o bule.com.br.
Sou filho do Professor Faria, o ex-reitor. Vivo em Floripa desde 2006.

lembro sempre daquela ilária crônica a hundredfortsevem 147, auhauha.

Cara, isso , continua, vou colocar o link do jornalista de merda no meu blog, www.malacomalaquias.blogspot.com
dá um zoio lá.

Abraço


 
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